Eu, de fato, tenho minhas críticas. A Rede Social está o mais próximo do impecável que poderia existir, mas poderia ter sido sólido da mesma maneira não usando o nome do Facebook. Os objetivos do roteiro (internamente, a necessidade de Mark de encontrar um verdadeiro amigo; externamente, o desejo de Mark de atrair a atenção dos clubes de veteranos) conduzem o filme e definem o personagem, mas os fatos nos dizem o contrário. Mark conheceu a garota que ele namorou exclusivamente desde 2003 (embora eles realmente tiveram uma breve separação) em uma festa de fraternidade: Uma festa organizada pela mesma fraternidade a que ele pertencia.3 Estas não são críticas do roteirista, mas da pessoa. Ele não está sozinho. Muitos têm feito isso e muitos vão continuar a fazê-lo sob o pretexto de "licença dramática". Para isso, eu só posso dizer que eles venderam muito mais bilhetes fazendo sensacionalismo da história do Facebook do que teriam sem isso. Cidadão Kane nos deu Charles Foster Kane, não um abastardamento da vida de William Randolph Hurst. Mas, de volta ao trabalho…
David Fincher conseguiu transformar o roteiro de 163 páginas de A Rede Social em um filme de duas horas. Isso é um bocado de roteiro, pessoal. Eu não posso evitar de imaginar Sorkin acendendo um cigarro no outro, furiosamente martelando um teclado por horas a fio. Quando me deparei com uma entrevista com ele comentando sobre seu processo de escrita, ao que parece, esse tipo de retrato pode não estar muito longe da verdade:























